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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

27º ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE TERRA SANTA NO PARÁ.


FALTA POUCO: 14, 15 E 16 DE DEZEMBRO. A MAIOR FESTA COUNTRY DO OESTE DO PARÁ, E UMA DAS MELHORES CORRIDAS DE CAVALOS PURO SANGUE DA AMAZÔNIA. 

O município Terra Santa, tem se destacado pela preparação do evento que a cada ano vem ganhando frequentadores em busca de emoção e aventura, nas competições com animais de qualidade e cowboys treinados. Tudo acontecerá no Parque de Exposição Manduca Bentes, considerado Top por experts em Rodeios e criadores que visitam o local. Uma diversidade de atrações, com: corrida de cavalo, prova de laço, cavalgada, concurso de comitivas, concurso da garota country, competições esportivas e muitas atrações musicais.

TERRA SANTA, TEM HISTÓRIA PARA CONTAR E MOTIVOS PARA COMEMORAR!
Terra Santa é um município de muitas heranças históricas e culturais, uma "Ponta Santa", que depois se transformou em “Terra Santa”, uma verdadeira princesa paraense, cheia de riquezas naturais e minerais.

Uma região que se desbravada pelos seus primeiros ocupantes, com o extrativismo, o cultivo de roças, algodão e a criação de gado. Legado que faz de Terra Santa, uma referência de prosperidade, oportunidades e progressos.

24 de dezembro - Por Roberto Santos

sexta-feira, 24 de março de 2017

139 ANOS DO MAJESTOSO THEATRO DA PAZ

O Theatro da Paz foi fundado durante o período áureo do ciclo da borracha, quando a economia da região amazônica demonstrou um grande crescimento e a sociedade paraense passou a viver os costumes europeus. Belém começou a ser conhecida como a “Capital da Borracha”, passando a necessitar de um teatro que suprisse os grandes espetáculos do gênero lírico.















O Theatro da Paz foi fundado durante o período áureo do ciclo da borracha, quando a economia da região amazônica demonstrou um grande crescimento e a sociedade paraense passou a viver os costumes europeus. Belém começou a ser conhecida como a “Capital da Borracha”, passando a necessitar de um teatro que suprisse os grandes espetáculos do gênero lírico.
O engenheiro militar José Tiburcio de Magalháes foi contratado pelo Governo para dar início ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scalla de Milão (Itáia). Fundado no dia 15 de fevereiro de 1978, o teatro foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, seu nome foi escolhido em referência a Paz pelo fim da guerra no Paraguai.

Com estrutura grandiosa e visual majestoso, o teatro dispõe de 1.100 lugares, acústica perfeita, lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, afrescos nas paredes e teto, dezenas de obras de arte, gradis e outros elementos decorativos revestidos com folhas de ouro.
Localizado no coração de Belém, é palco de orquestras, peças e outras apresentações artísticas, sendo atualmente, o maior Teatro da Região Norte, considerado um dos Teatros-Monumentos do País, e um dos mais luxuosos do Brasil. Motivo de orgulho para os paraenses, o teatro encanta a todos que o visitam ao longo de seus 139 anos. Parabéns!!!

CONCERTO DE ANIVERSÁRIO THEATRO DA PAZ, MISTURA CLÁSSICOS DE WALDEMAR HENRIQUE AO SOM DA JAZZ BAND
No palco, chocalhos, tambores, apitos, flautas e molhos de chave completavam o jogo de instrumentos cativos do jazz, como guitarras semi-acústicas, contra-baixos, trompetes, trombones e bateria. Na plateia, aplausos acompanhavam a banda a cada pedido gestual do maestro Nelson Neves, que criava uma sinergia entre músicos e plateia em um ritmo uníssono. Para surpreender ainda mais, o concerto contou com as participações especiais do MC Koala e DJ Morcegão.
“A Amazônia Jazz Band tem raízes no jazz, nas big bands norte-americanas, mas é eclética, então flertamos com outros ritmos, como o funk, carimbó, baião, frevo e hip hop. Nos preparamos arduamente para este concerto. O Da Paz, Waldemar Henrique e o público merecem essa dedicação”, explica o maestro sobre o DNA miscigenado da banda que, atualmente, conta com 20 músicos.
No camarim ao lado estavam MC Koala e DJ Morcegão. Koala, que ganhou notoriedade na “Batalha de MC’s”, realizada no bairro de São Brás, em 2012, conta que o convite para fazer parte do concerto é um motivo de orgulho. “É a primeira vez que entro no Theatro da Paz e a honra que sinto por ter sido convidado para essa apresentação é indescritível. Essa é a quinta vez que me apresento com a Jazz Band e a primeira ao lado do Morcegão, que é um DJ experiente. Apesar do hip hop e jazz terem influências diferentes, casam bem por causa do groove, então não tem como dar errado”, disse ansioso.
Ao todo, a Amazônia Jazz Band tocou 11 músicas, sendo quatro de autoria do maestro Waldemar Henrique. “Tamba Tajá” foi executada em parceria com o MC Koala e DJ Morcegão, que criaram letra e arranjos especiais para a canção. Ao final do concerto, banda e público cantaram “parabéns para você” para o teatro e maestro Waldemar Henrique.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Prato feito a base de pimenta e formigas tem aprovação internacional!!! Experimente.

"Basta misturar com um pouco de pimenta ou sal. E Bon Apetit. Uma delícia!!!"



Formigas são vendidas na feira e fazem parte das refeições. As receitas da cidade no Alto Rio Negro já foram mostradas em um evento de gastronomia em São Paulo por dois chefs do Amazonas, Josefa Antônia Gonçalves de Andrade e Salomão de Aquino. "As formigas geralmente são consumidas in natura", diz o chef.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Solução contra rugas e manchas na pele através da medicina natural da Amazônia

"Conta a lenda que as guerreiras amazonas se banhavam, em noites de lua cheia, de um preparo da casca dessa "árvore da juventude", para ficarem sempre jovens e belas".


A árvore do mulateiro-da-várzea é velha conhecida das populações tradicionais da região amazônica. De sua casca é feito uma espécie de chá, usado no combate de manchas na pele, rugas e envelhecimento facial.
Conta a lenda que as guerreiras amazonas se banhavam, em noites de lua cheia, de um preparo da casca dessa árvore para se manterem sempre jovens e belas.

GALERIA RUY MEIRA , A ARTE DO FAZER !!!

 "Fundação Cultural do Pará (FCP) inaugurou  a galeria Ruy Meira, um espaço voltado para a valorização dos bens culturais da Amazônia, na Casa das Artes".

A presidente da Fundação Cultural do Pará, Dina Oliveira, conta que a Galeria Ruy Meira é uma justa homenagem ao artista e ceramista. “O Ruy Meira foi o primeiro oficineiro da minha vida; quando tinha 10 anos de idade, lembro que íamos para o Atelier dele, todo mundo em volta dele vendo ele pintar, pintando junto, desenhando, vendo livros, criando uma intimidade com o atelier, seu espaço de vivência”, lembra.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Sítio arqueológico de 3 mil anos encontrado em Curuçá


“Os vestígios encontrados na região do salgado paraense, revelam que a região foi ocupada por seres humanos no período neolítico”.

Artefatos indígenas foram encontrados em um sítio arqueológico no município de Curuçá, no nordeste paraense. Entre os objetos encontrados estão raspadores, machadinhas e pedaços de cerâmicas, que indicam ser do Período Neolítico. Este é o quarto sítio encontrado na região. Os outros remontam ao mesmo período neolítico.

sábado, 14 de janeiro de 2017

A Beleza e o colorido das Cuias do Aritapera em Santarém!!!


Mais que amor ao que fazem. O artesanato e a pintura das cuias servem como expressão de laços de amizade e companheirismo entre as mulheres de Aritapera


Consideradas como utensílios reconhecidamente regionais, as cuias confeccionadas na região do Aritapera, proporcionam há séculos o sustento de várias gerações de famílias moradoras na região do Tapajós e até fora desta, inclusive em Belém e Manaus, e outras capitais onde o conhecimento foi expandido. 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Encontro discute a criação do Polo Gastronômico de Doces, em Alter do Chão



A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), em parceira com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae ) realizou no final do mês de outubro um encontro com cerca de 40 pessoas ligadas à produção de doces em Alter do Chão, Santarém, região Oeste do Pará. Na ocasião, foi discutida a criação do Polo Gastronômico de Doces de Alter do Chão e fornecidas informações e capacitação para a abertura de empresas ligadas à atividade na região.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Aniversário de Belém tem bolo de 15 metros de comprimento no Ver-o-Peso

Programação pelo aniversário da cidade segue até domingo.

 


Aniversário de 401 anos de Belém foi comemorado pela população no mercado do Ver-o-Peso com um bolo gigante. O doce com recheio de frutas e goiabada foi servido às 10h40 e, apesar de medir 15 metros - de acordo com informações da padaria responsável pela sua confecção - foi devorado em menos de oito minutos pela multidão presente para celebrar o aniversário da cidade.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

O Marajó nostálgico de Dalcídio Jurandir ! Fotos/ Davi Belém

VELHO MANÉ GRIGÓRIO

Dalcídio Jurandir, Poeta Marajoara

 A febre do Arari matou meu amigo Mané Grigório…

Mané Grigório me contava histórias
De fazendeiros ricos e honrados
Que iam, de noite, marcar o gado
Das “fazendas” nacionais…
Aquela sua mão dura como o couro
Quebrou muito boieco nos dias de ferra!
Peiou garrotes que faziam medo pro “seu” Guimar!
Curou bicheira dos bezerros
E puxou peito de vaca braba como onça,
Que enchia as cuias de leite espumoso,
Gostoso como luar na noite quieta
da gente, trepada nos paus da porteira,
comer carne com pirão de leite
e ouvir histórias da Mãe de Fogo…

sábado, 7 de janeiro de 2017

“QUADRO VIVO DA AMAZÔNIA”

Cláudio Andrade é artista plástico e paisagista renomado, nascido no Amazonas; já apresentou suas obras em diversas exposições no Brasil e Exterior.

Seu Ateliê, é como ele mesmo descreve, “um quadro vivo.”
Uma anaconda esculpida com uma técnica patenteada pelo artista, que se projeta pelo muro até a entrada do Ateliê, já anuncia, o que espera o visitante, ao adentrar o mundo mágico de Cláudio Andrade, em Manaus, com duzentas esculturas, além da galeria dos quadros para vendas.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

SOBREVIVÊNCIA NA NATUREZA AMAZÔNICA


Os dias passam de forma natural e tranquila para as crianças que vivem à margem dos rios na Amazônia. Sem os recursos e luxos da vida na cidade, eles aprendem com a vida as lições de sobrevivência no Paraíso Verde.

As crianças que vivem na floresta Amazônica, junto com suas famílias, em situação de permanente escassez de recursos financeiros e assistencial, aprenderam a sobreviver garantindo a harmonia com o meio; um bonito exemplo de que o homem amazônico prefere adequar-se à natureza a combate-la.
A maioria dos habitantes da floresta nunca teve a oportunidade de sair do lugar em que nasceu e vive sonhando em conhecer a "cidade". Muitos vivem sua juventude pescando e caçando. E, quando adquirem suas famílias, ensinam seus filhos os mesmos costumes e habilidades para que possam dar continuidade a sua teimosa sobrevivência.

Alter do Chão, do Tapajós e do Sairé


Localizada na margem esquerda do rio Tapajós, Alter do Chão fica aproximadamente a 33 km de Santarém com fácil acesso por rodovia totalmente pavimentada, durante o ano inteiro, Alter do Chão é uma vila de pescadores com pouco mais de 6.000 habitantes. Mas, na época em que o nível das águas do Tapajós baixam, ela ganha todas as atenções. O nível da água chega a baixar dez metros, o que proporciona o surgimento de muitas praias. As condições são convidativas: chove pouco, a temperatura média é de 25ºC, e a umidade, 88%.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Pelas águas dos rios da Amazônia!

“Este rio é minha rua...” já dizia o poeta e dizia com sabedoria e conhecimento de causa, pois na região amazônica o rio está para a população ribeirinha como a rua para brasileiros de outras localidades.





Os principais meios de transporte da região amazônica, são quase que exclusivamente fluviais e se fazem ao longo do rio e seus afluentes; os barcos da região são dos mais variados tamanhos e tipos, indo da mais simples “montaria”, ou seja, pequena embarcação, de propulsão humana (sem motor) que transporta reduzido número de passageiros ou carga (farinha, peixe), diz-se da canoa ou casco, que em geral é meio de transporte de famílias que vivem em localidades mais remotas ou de pequenos pescadores, e é utilizado em viagens mais curtas e o detalhe é que mesmo sendo pequeno não deixa de singrar por grandes rios, e ainda enfrentam os “banzeiros” ou as ondas formadas pelas embarcações maiores, viajando pela Amazônia é comum vermos este tipo de embarcação e seu remador perderem-se de vista, desaparecendo como um ponto no infinito em caudalosos afluentes do Amazonas.

Outras embarcações com motor também aparecem no cenário amazônico e entre as pequenas lanchas de pesca (catraieiras ou rabetas), e as de passeio, até grandes cargueiros (que geralmente transportam madeira, e minério), e os transatlânticos que aparecem por rios da Amazônia formando um curioso contraste deste com o visual da floresta, existe uma imensa variedade de embarcações algumas possuem verdadeira características de ônibus são os pequenos navios conhecidos por “gaiolas”, e também os conhecidos como “motores” ou “recreio” que transportam passageiros e carga, que em geral são as produções destas comunidades, (como farinha, látex castanha, açaí etc.) e são o principal meio de transporte entre diversos municípios do interior e também entre capitais da Amazônia. Os povos da Amazônia possuem uma relação direta com o rio e muitas vezes tiram a sua subsistência através dele que lhes fornece a pesca e nas vazantes é comum vermos ribeirinhos trabalhando na fértil terra às margens do rio cultivando culturas de rápida produção como milho mandioca etc. é no rio também que a comunidade se banha e lava suas roupas e ainda se diverte como é o caso da criançada.

sábado, 17 de setembro de 2016

FEIRA URBANA DE ALTERNATIVAS

O público jovem, se reuniu em Manaus, onde interagiu com arte, criatividade e sustentabilidade da Amazônia

Que tal um FUÁ de boas ideias? é assim que a Feira Urbana de Alternativas vem oferecendo sustentabilidade para os manauaras com as exposições de pinturas, palestras, música, costura, gastronomia, feira de alimentos livre de agrotóxicos, comidas típicas além das atividades físicas e doações de plantas, alimentos e roupas tudo isso em um grande apanhado de ideias com uma palavra em mente, Sustentabilidade. O FUÁ é um evento criado pela Casa Cinco em parceria com a Fundação Amazônia Sustentável que surgiu de uma paixão pelo meio ambiente e sua diversidade, essa paixão deu lugar a proximidade e hoje temos um evento diversificado, informativo e criativo. A sustentabilidade tem sido cada vez mas citada nesse novo século e não é para menos,  temos atualmente o consumo desenfreado que gera pilhas enormes de lixo, por isso é que muitas pessoas tem se interessado pelo assunto, buscando criar, interagir, discutir e desenvolver mudanças significativas para os novos dias, o que acabou reunindo empresários, ribeirinhos, estudantes, crianças e idosos para compartilhar e conhecer novas ideias.

Roberto Wagner é um empresário que hoje se dedica ao artesanato criando designers inovadores com peças de Impressoras, computadores, garrafas,  CDS,  vinis, lâmpadas de led até suas etiquetas são personalizadas e a inspiração foi a dois anos atras quando estava no rio de janeiro, além dele, temos a artesã Marla Fernandes que cria sabonetes, sachês, aromatizantes  em formatos variados com composições de silicone, resina e muitas iguarias locais como cupuaçu, castanhas, açaí, essências de flores e hortaliças sempre visando os aromas naturais e locais, de acordo com os pedidos. Marla conta que sempre teve paixão pelos aromas, mas foi depois da formação como administradora que ela teve acesso a esse universo e desde então a criatividade é sua parceira. Falando em criatividade não podemos esquecer de “Folhas de Árvore” uma ideia que surgiu para suprir a necessidade das amigas, isso mesmo, das amigas que sempre reclamavam do peso dos brincos e colares grandes, foi então que surgiu a iniciativa de criar acessórios a partir de papel, leve, único, bonito e personalizado. Com tantas possibilidades não poderia faltar os ribeirinhos e suas delícias locais como frutas, farinhas, açaí, tapioca com um espaço só pra eles e grande variedades de produtos.
O FUÁ reuni pessoas de todas as idades e trás discussão e soluções para a conscientização, vemos artesanatos feitos de arames, quadros com frases elegantes, garrafas transformadas em abajur, papeis como joias, vasos com carinhas de emoticon, livros, pinturas feitas durante o evento, plantas sendo doadas, comidas de todos os tipos, há de tudo um pouco. 
Já na música ficou por conta da banda Tucumanus e Orquestra Puxirum que trouxe músicas regionais com toques diferentes e criativos.  Não podemos esquecer do debate para formular uma agenda socioambiental para Manaus, pelo Movimento Ficha Verde, e uma mesa redonda com fotojornalistas sobre a importância da fotografia na comunicação de meio ambiente.
As atividades são baseadas nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), lançados pela ONU no final de 2015. 
O evento é realizado mensalmente com outras novas atividades.

GALERIA RUY MEIRA A ARTE DO FAZER

Fundação Cultura do Pará inaugura galeria Ruy Meira em Belém, com mostra especial sobre o artista.


Fundação Cultural do Pará (FCP) inaugurou dia 30 junho a galeria Ruy Meira, um espaço voltado para a valorização dos bens culturais da Amazônia, que será ambientada na Casa das Artes.
A presidente da Fundação Cultural do Pará, Dina Oliveira, conta que a Galeria Ruy Meira é uma justa homenagem ao artista e ceramista. “O Ruy Meira foi o primeiro oficineiro da minha vida, quando tinha 10 anos de idade, lembro que íamos para o Atelier dele, todo mundo em volta dele, vendo ele pintar, pintando junto, desenhando, vendo livros, criando uma intimidade com o atelier, seu espaço de vivência”, lembra.
Quando iniciou as atividades do Curro Velho com a proposta de levar arte e ofício para crianças e adolescentes da Vila da Barca, a arquiteta Dina Oliveira convidou o artista para ministrar oficinas de cerâmica. “Foi uma oportunidade de outras crianças e adolescentes terem acesso ao universo da arte”, comemora.



Para celebrar o lançamento desse projeto e inaugurar a temporada de exposições, o público poderá conferir a abertura da mostra "Ruy Meira: A Arte do Fazer". A exposição apresenta parte de um recorte do acervo da família, apresentando pinturas, esculturas, croquis e catálogos originais, além de reproduções de fotos e textos que contextualizam a trajetória do artista. A mostra tem como curadora Maria Angélica, filha do artista.
Para a mostra foram selecionadas obras significativas do artista, buscando traçar um panorama de sua produção ao longo de seus 50 anos de atividades artísticas. Quadros figurativos e esculturas da década de 1940, a virada abstracionista com o “Porto do Sal” e a tela “S/ título”, de sua última exposição em 1993, estão presentes na exposição. Esculturas em cerâmica e em bronze e trabalhos com suporte em papel também compõem a mostra. “Estas obras participaram de exposições em diversas épocas e de algumas poucas retrospectivas e servem como testemunho do processo produtivo da obra de Ruy Meira”, ressalta Maria Angélica.
A sólida trajetória construída por Ruy Meira o colocou em lugar de destaque dentro do campo das artes plásticas paraenses. A mostra pretende traçar uma trajetória do artista que, sem perder de vista o seu perfil de engenheiro de sonhos, dialoga diretamente com o período histórico contemporâneo, seja por sua representação institucional e presença em diversos acervos, seja por sua própria poética, a percorrer uma diversidade de técnicas - com especial destaque para as linguagens da pintura, escultura e cerâmica, que revelam seu modo de fazer e pensar arte. “Ele (Ruy Meira) sabia passar o condão, abrindo as portas do universo da arte. Ele não tinha essa coisa do regionalismo. Suas obras são geométricas, são universais”, observa Dina Oliveira.
Ruy Meira nasceu em Belém do Pará em 30 de novembro de 1921, passou sua infância Rio Grande do Norte e na juventude iniciou seus estudos na Escola de Engenharia do Pará em 1942, época na qual passou a se interessar pelo desenho e pelas artes, no que foi estimulado por professores e amigos. Sua primeira exposição foi na 1ª Mostra individual, Salões da Biblioteca Pública e do Arquivo Público do Pará em 1956. Até seu falecimento em 1995, participou de inúmeras mostras e exposições, se destacando nas linguagens da pintura, escultura e cerâmica, com uma rica produção e ativa participação no cenário artístico local e em eventos nacionais e internacionais.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Com 19 medalhas, Brasil tem melhor desempenho da história

Com o maior investimento já realizado num ciclo olímpico, atletas quebram os recordes de pódios e de ouros.

A judoca Rafaela Silva é a primeira, pelo Brasil, a subir ao lugar mais alto do pódio na Rio 2016 / FACUNDO ARRIZABALAGA (EFE)
O encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro chegou também ao fim o ciclo da 31º Olimpíada. Anfitrião, o Brasil realizou seu maior investimento esportivo da história e alcançou sua melhor participação olímpica - quantitativa e qualitativamente -, mas ficou abaixo da meta previamente estipulada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
O COB almejava a conquista de 22 medalhas nos Jogos do Rio de Janeiro e, consequentemente, que a delegação brasileira terminasse no top 10 no número total de pódios - sem levar em conta a cor da medalha. Bateu na trave. O Brasil conquistou 19 medalhas e terminou em 13º no quadro geral de medalhas, que prioriza o número de ouros. Se for levada em consideração a quantidade de pódios (como previa a meta do COB), o país subiria uma colocação, superando a Hungria.
Ao todo, foram sete ouros, seis pratas e seis bronzes: é a melhor participação brasileira em Jogos Olímpicos. Os Jogos mais dourados até aqui haviam sido os de Atenas, em 2004, quando Brasil voltou com cinco ouros. E o maior número de pódios era o de Londres, com 17 medalhas. Ambos foram superados no Rio de Janeiro.

Em seu balanço do desempenho brasileiro, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, considerou bem-sucedida a participação nos Jogos do Rio de Janeiro. Em vez de focar na meta do top 10, Picciani preferiu enaltecer outro recorde alcançado pelos atletas brasileiros: o número de finais. O Brasil participou de 50 decisões por medalhas em 2016; em Londres foram apenas 36.
"O Ministério está satisfeito com a atuação brasileira, foi a melhor participação do Brasil nos Jogos e houve uma evolução em quase todas as modalidades e nossa meta é superar em 2020 o resultado de 2016, que já superou largamente o de 2012", disse o ministro do Esporte domingo (21/08).
Mas, se houve decepções, também houve surpresas - as chamadas "medalhas inesperadas". São o caso do bronze de Maicon Siqueira, que entrou na competição do taekwondo como 51º do ranking mundial; do ouro de Robson Conceição, boxeador que nunca havia passado do primeiro combate em Jogos Olímpicos; ou até do ouro de Thiago Braz, no salto com vara, que evitou que o atletismo passasse novamente em branco.
Houve também muitas conquistas inéditas, como a primeira medalha feminina na natação, com a paulistana Poliana Okimoto, bronze na maratona aquática, ou o inédito ouro na vela feminina, com Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49er FX, ou até com as medalhas de Diego Hypólito e Arthur Nory na ginástica, que deram ao Brasil o primeiro pódio com dois atletas numa mesma prova individual.

O grande nome do Brasil dos Jogos do Rio de Janeiro, definitivamente, foi Isaquias Queiroz. Com duas pratas e um bronze, o canoísta se tornou o primeiro brasileiro com três medalhas numa mesma edição dos Jogos Olímpicos. Detalhe: ele tem apenas 22 anos. A façanha rendeu a ele a honra de carregar a bandeira do país na cerimônia de encerramento da Rio 2016.
Discussão atletas militares x Bolsa Atleta
Das 19 medalhas conquistadas, apenas duas foram em modalidades por equipe - vôlei e futebol masculino - e 14 foram de atletas militares: as exceções são Diego Hypólito, Isaquias Queiroz e Maicon Siqueira. A comparação entre o desempenho de atletas militares e o daqueles com o Bolsa Atleta aflorou uma discussão entre os torcedores brasileiros, que levaram às arenas esportivas o debate político em torno do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O treinador do ginasta Arthur Zanetti chegou a acusar as Forças Armadas de "pegar atletas prontos" - acusação rejeitada pelo Exército, posteriomente, com a apresentação de inúmeros projetos voltados para a formação de atletas. Mas não se trata de uma discussão fundamentada, já que um atleta financiado pelo Exército pode também receber aporte do Ministério do Esporte e, obviamente, também de um patrocinador.
Maiores investimentos da história
Nos últimos três Jogos Olímpicos, o Brasil - com surpresas e frustrações - demonstrou uma leve evolução. Em todas as edições quebrou o recorde anterior de medalhas conquistadas. E, com os Jogos Olímpicos realizados no Brasil, modalidades esportivas menos populares podem receber mais adeptos e crescer. Para isso, o maior legado tem de ser a continuidade - e a melhora - dos investimentos feitos no esporte.
No recém-encerrado ciclo olímpico, o governo federal investiu cerca de 4 bilhões de reais, sendo cerca de 3 bilhões em estrutura, capacitação de profissionais e logística, e o restante em programas direcionados aos atletas, como o Blsa Pódio e o Bolsa Atleta. Foi o maior investimento da história, superando os 2 bilhões de reais para Pequim 2008. Picciani garantiu que os programas devem ser mantidos e melhorados para Tóquio 2020.

sábado, 2 de abril de 2016

PARINTINS, A magia e o colorido do bailado dos bois na Ilha Tupinambarana !!!

"Durante o mês de junho, a cidade se transforma para um dos maiores eventos culturais da Amazônia, o Festival Folclórico de Parintins". 



Realizado desde 1913, começou com a divisão interna das preferências entre a apresentação das suas duas maiores atrações: o do boi Garantido, representado pelas cores vermelho e branco, e a do Caprichoso, pelo azul e preto.  Atualmente, se destaca como o maior evento de divulgação da cultura local, atraindo mais de 100 mil turistas, brasileiros e estrangeiros.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Inpa desenvolve farinha de fígado de tambaqui com alto teor de ferro e maior absorção

"O resultado revela a importância da agregação de valor, buscando possibilitar o aproveitamento dos resíduos com alto valor nutricional."


As vísceras de peixe, que são jogadas no lixo, podem servir como fonte de ferro para fortificar alimentos – como biscoitos, sopas e pães - e combater a anemia, doença que atinge 40% da população mundial. Estudo realizado no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) demonstrou que uma farinha produzida a partir do fígado do tambaqui (Colossoma macropomum) possui alta concentração de ferro e biodisponibilidade, que é a capacidade de absorção pelo organismo.

Incrível! Sítio arqueológico de 3 mil anos é encontrado em Curuçá

“Os vestígios encontrados na região do salgado paraense, revelam que a região foi ocupada por seres humanos no período neolítico”.


Artefatos indígenas foram encontrados em um sítio arqueológico no município de Curuçá, no nordeste paraense, na manhã de ontem (29). Entre os objetos encontrados estão raspadores, machadinhas e pedaços de cerâmicas, que indicam ser do Período Neolítico. Este é o quarto sítio encontrado na região. Os outros remontam ao mesmo período neolítico.

PROJETO PÉ-DE-PINCHA - TERRA SANTA/PA

  Na magia da rain forest, como é conhecida além das fronteiras, a natureza de Terra Santa se revela no maior programa de preservação de que...

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