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domingo, 29 de dezembro de 2019
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
PROJETO PÉ-DE-PINCHA
O MAIOR PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO DE QUELÔNIOS NA AMAZÔNIA.
“Uma parceria com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Mineração Rio do Norte, vem garantindo a preservação de quelônios na Amazônia”

Segundo os coordenadores professores Paulo Cesar Machado Andrade e Aldeniza Cardoso de Lima, com o patrocínio da Petrobras, os trabalhos já começaram a fazer o monitoramento dos quelônios que foram devolvidos a natureza desde 2014, no Médio Rio Amazonas, Madeira e Negro, nos municípios de Nhamundá, Barcelos, Itacoatiara, Parintins, Barreirinha, Maués, Manaus, Careiro Castanho, Borba, Canutama, Novo Airão e Carauari/AM, Terra Santa, Juruti, Faro e Oriximiná/PA, no sentido de estimular a conservação de quelônios através do manejo participativo.
“Uma parceria com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Mineração Rio do Norte, vem garantindo a preservação de quelônios na Amazônia”

Criado em 1999 por comunitários da cidade de Terra Santa no Pará e pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas, este projeto atua em municípios no Estado do Amazonas e Pará. O nome do projeto refere-se as pegadas do Tracajá (Podocnemis unifilis), que na areia ficam no formato de "pinchas" (tampinhas de refrigerantes de garrafas de vidro).Tem como missão preservar e conservar as populações de quelônios da Amazônia, e junto realizar trabalhos sociais com as comunidades ribeirinhas. Uma importante ferramenta de conscientização e sustentabilidade nos rios da Amazônia.
Os ribeirinhos são envolvidos em todas as etapas do processo: desde a identificação das covas dos ovos, que são levados a um berçário onde ficam até eclodirem, até a soltura dos animais nos rios. A equipe da Mineração Rio do Norte, MRN, sempre empenhada, tem papel importante no processo de monitoramento dos ninhos, fundamental para a proteção contra predadores naturais e humanos. No início do projeto, foram doadas canoas, motores rabeta e combustível para as comunidades envolvidas. E ainda mantemos a doação de combustível para esse monitoramento.
No mês de outubro, foi feita a coleta dos ovos de quelônios. Mais de quarenta acadêmicos de várias instituições UFAM, UNINORTE, ESBAM E FAMETRO estão engajados com as comunidades em fazer o manejo dos ovos em vários municípios onde o projeto Pé-de-Pincha faz pesquisa cientifica.
Em 15 anos promovendo o manejo racional e sustentável de quelônios pelas próprias comunidades em áreas abertas e não oficialmente protegidas, o Programa Pé-de-Pincha da Universidade Federal do Amazonas viabiliza o treinamento de agentes ambientais voluntários, a capacitação de professores da rede municipal e estadual de ensino, alunos e comunitários, por meio da Educação Ambiental.
Segundo os coordenadores professores Paulo Cesar Machado Andrade e Aldeniza Cardoso de Lima, com o patrocínio da Petrobras, os trabalhos já começaram a fazer o monitoramento dos quelônios que foram devolvidos a natureza desde 2014, no Médio Rio Amazonas, Madeira e Negro, nos municípios de Nhamundá, Barcelos, Itacoatiara, Parintins, Barreirinha, Maués, Manaus, Careiro Castanho, Borba, Canutama, Novo Airão e Carauari/AM, Terra Santa, Juruti, Faro e Oriximiná/PA, no sentido de estimular a conservação de quelônios através do manejo participativo.
Respeito a Natureza
De acordo com os coordenadores do programa “Pé-de-Pincha/UFAM”, 2.000 famílias, em 16 municípios sendo 4 no Estado do Para/PA e 12 no Estado do Amazonas/AM, em 170 comunidades recebem noções de Educação Ambiental e passaram a executar um programa de manejo sustentável da população de quelônios em suas áreas. Já foram devolvidos à natureza filhotes de tracajá (Podocnemis unifilis), tartaruga da Amazônia (P. expansa), iaçá ou pitiu (P. sextuberculata), irapuca ou calalumã (P. erytrocephala) e cabeçudo (Peltocephalus dumerilianus), totalizando mais de Dois Milhões e Quinhentos (2.500.000) filhotes de quelônios devolvidos à natureza durante esses 15 anos.
terça-feira, 28 de junho de 2016
CRUELDADE NA CHINA!
ANIMAL VIVO EM EMBALAGEM PLÁSTICA É VENDIDO COMO AMULETO NA CHINA
Pequenas bolsas contêm oxigênio e líquido com nutrientes. Com esse suprimento, bichos podem viver até dois meses.
"Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço". Essa máxima tem tudo a ver com a China, que a exemplo de outros Países fazem pose de defensores da natureza e do verde, mas na prática fazem exatamente o contrário. Os Estados Unidos, que vez por outra defendem nosso irmãos nativos, tem tradição em ser matadores de índios, por conta da colonização do Oeste e da ira do General Custer, que dizimou os peles vermelhas do território americano. E agora surge a China, com a venda de amuletos um tanto quanto exóticos.
Animais em pequenas bolsas de plástico, contendo oxigênio e um líquido com nutrientes, são vendidos como amuletos da sorte na China, como mostram as imagens da Reuters feitas em Pequim. O ar e o alimento são suficientes para manter os pequenos peixes, tartarugas e salamandras vivos por dois meses, segundo vendedor ouvido pela agência de notícias. O preço é 10 iuan, o equivalente a R$ 3,16. De onde será que vem o produto a ser vendido? Tomara não seja da nossa amada Amazônia. Estamos indignados!
segunda-feira, 20 de junho de 2016
NAVIO PRESIDENTE VARGAS - O Titanic dos anos 70 na Amazônia
Uma época de ouro na navegação amazônica, que levava turistas para conhecer as belezas dos rios nativos. Ecos de um passado de prosperidade.
A misteriosa história de um navio feito na Europa, de luxo nunca visto no norte do Brasil, poltronas de couro, ar condicionado, com capacidade para 500 passageiros que antes de naufragar, permitiu que todos os passageiros desembarcassem tranquilamente no cais e depois afundou, gerou uma história incrível e que até hoje causa muita polêmica, conhecida como o Titanic da Amazônia.
Houve um tempo em que navios fabricados na Europa ligavam Belém a toda a grande região da Amazônia. Dentro, a classe popular em suas redes convivia de maneira pacífica com a classe executiva em seus camarotes, salas de leitura e restaurante. Parte deles naufragou nos rios, parte virou ferro velho, condenando ao esquecimento um capitulo muito especial na história desta terra.
Apogeu e Decadência - Os navios da chamada Frota Branca, eram as jóias mais especiais da Enasa, a Empresa de Navegação da Amazônia. Foram os mais luxuosos e velozes que já passaram por aqui, vindos da fabrica da Holanda, atendendo o Marajó e o baixo amazonas, com capacidade para levar até 500 passageiros cada.
As Jóias que faziam a riqueza da Enasa, tiveram fim trágico e decadentes.
Depois de uma vida relativamente curta e de muitos serviços, tiveram fins trágicos como a Empresa que sumiu nos desvios e descontroles públicos do país. O navio Leopoldo Perez, ao navegar pelo estreito de Breves, foi abalroado por uma corveta da Marinha, afundando imediatamente. Apesar de ser a noite e estar com cerca de 400 passageiros a bordo, inexplicavelmente, não houve vítimas.
O Lobo D'Almada, e Lauro Sodré acabaram abandonados em um dos portos a margem da Baía do Guajará, num cemitério de navios, em virtude de uma disputa judicial. O Augusto Montenegro acabou quase totalmente no fundo da baía de Guajará, próximo ao barranco de Miramar em Belém.
O último a ser apresentado, o Presidente Vargas, foi o mais luxuoso e o primeiro a deixar a Frota. O Presidente Vargas tinha três classes distintas, ar condicionado.
Um naufrágio sem nenhuma vítima (?)
Era domingo, 4 de junho de 1972, às 21 horas, no Porto de Soure, na ilha do Marajó. Havia desembarcado toda a sua lotação de passageiros. No misterioso naufrágio onde não houve vítimas, rumores falavam em crime premeditado por obscuras razões, considerando que ele tinha recentemente passado por reformas. O navio "fez água" calmamente, a ponto de passageiros e tripulação poderem sair ilesos do "Presidente Vargas".
As circunstâncias do naufrágio - nunca esclarecidas - e as tentativas frustradas de retirá-lo do fundo do rio Paracauary apontam para um "naufrágio calculado", na opinião de um especialista da área.
Um naufrágio que ficou conhecido como o do Titanic da Amazônia. Era considerado a mais suntuosa embarcação de toda a bacia amazônica. Com poltronas de couro, cada uma com cinzeiro, o navio tinha cara de iate. Seus amplos compartimentos e largos corredores se assentaram no imaginário de quem viveu a época. Sucateada e mal administrada, a Enasa passou para o controle do estado do Pará no final da década de 1990.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Porto Internacional de Manaus
“O Porto de Manaus, inaugurado em 1907, é
considerado o mais original do Brasil. Construído em um cais flutuante,
acompanha o nível das águas do rio Negro, em época de grandes cheias”.
Sua estrutura permite receber
vários navios de qualquer tamanho, mesmo durante as grandes vazantes. O porto
está situado entre a praia de São Vicente e a rampa do Mercado Municipal
Adolpho Lisboa. À esquerda da entrada fica o edifício da alfândega, que veio
pré-fabricada da Inglaterra, onde funciona o escritório e, do outro lado da
pista, ficam os armazéns destinados às mercadorias, à frente fica a rampa que é
destinada aos contêiners.
Sua estrutura permite receber
vários navios de qualquer tamanho, mesmo durante as grandes vazantes. O porto
está situado entre a praia de São Vicente e a rampa do Mercado Municipal
Adolpho Lisboa. À esquerda da entrada fica o edifício da alfândega, que veio
pré-fabricada da Inglaterra, onde funciona o escritório e, do outro lado da
pista, ficam os armazéns destinados às mercadorias, à frente fica a rampa que é
destinada aos contêiners.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Solução contra rugas, através da medicina natural da Amazônia
"A árvore da juventude pode ter sido descoberta na Amazônia!!! Conta a lenda que as guerreiras amazonas se banhavam, em noites de lua cheia, de um preparo da casca dessa "árvore" e ficavam sempre jovens e belas".
A árvore do mulateiro-da-várzea é
um velha conhecida das populações tradicionais da região amazônica. De sua
casca é feito uma espécie de chá, usado no combate de manchas na pele, rugas e
envelhecimento facial.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Os mistérios guardados no Paraíso chamado Amazônia !!!
"Fotos provam que a Amazônia é muito mais incrível e estranha do que você imaginou"
Sim, nós somos privilegiados,
vivemos em um país tão grande, rico e bonito por natureza que as vezes nem
temos dimensão do que é possível de se encontrar por aqui. Por sermos
brasileiros temos até um certo conhecimento sobre a floresta Amazônica, mas sem
dúvida alguma ainda temos muitas coisas para descobrir sobre ela.
É importante também criarmos uma
consciência ambiental mais intensa, afinal vários países dariam de tudo para
poder ter essa variedade e riqueza que nós temos, mas que ainda não aprendemos
a valorizar e cuidar. A Amazônia pode ser um lugar bizarro sim, mas que não deixa de
ser maravilhoso, rico e muito surpreendente. Confira:
Peixe Candiru
Talvez você já tenha ouvido falar
nesse peixinho monstro. E na Amazônia o que não falta são bichos bizarros, esse
em especial é muito, mas muito pequeno, e é capaz de entrar na uretra ou outros
orifícios humanos. Melhor nem parar pra pensar muito nisso, né?
Calor ajuda no desenvolvimento do tambaqui de cativeiro !!!
"Esses resultados podem mudar radicalmente a
maneira de criar o tambaqui em cativeiro. Experimentos
de laboratório mostraram que o calor é fator determinante no aumento de peso da
espécie".
Você já imaginou o Colossoma
macropomum nadando contra a corrente, recebendo alimentação reforçada à base de
proteína para ganhar mais peso? Os concluintes de mestrado Nelson Costa e
Miguel Canto, do Programa de Pós-Graduação em Biociências da Ufopa, não imaginaram,
foram além. Decidiram experimentar em laboratório. Concluíram que, além da
ração reforçada, um aumento de mais 6 graus na temperatura contribui para um
aumento significativo da massa proteica da espécie. Orientados pelo Prof.
Domingos Diniz, testaram a dieta de um dos peixes de maior valor comercial da
região Amazônica: o tambaqui. Chegaram a conclusões surpreendentes.
Pesquisa revela alto índice de contaminação por mercúrio em Reserva Yanomamis
"O levantamento foi feito em 19
aldeias da reserva nas regiões de Papiú e Waikás, onde ficam as etnias Yanomami
e Ye’kwana, em novembro de 2014. Na região, foram coletadas 239 amostras de cabelo e
35 amostras de peixe, principal alimento dos indígenas".
Estudo recente coordenado pela Fundação
Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Socioambiental (ISA) realizado na reserva
Yanomami (RR) mostra que em algumas aldeias indígenas, 92% das pessoas
examinadas estão contaminadas por mercúrio. A pesquisa teve a coordenação do
pesquisador da Fiocruz, médico Paulo César Basta e realizada em parceria com o
ILMD/Fiocruz Amazônia e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
(PUC-RJ).
Índice considerado altíssimo por
especialistas, é resultado direto da contaminação ambiental causada por
milhares de garimpos ilegais que exploram o solo à procura de ouro naquela
região, utilizando como base o mercúrio.
Estudo recente coordenado pela Fundação
Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Socioambiental (ISA) realizado na reserva
Yanomami (RR) mostra que em algumas aldeias indígenas, 92% das pessoas
examinadas estão contaminadas por mercúrio. A pesquisa teve a coordenação do
pesquisador da Fiocruz, médico Paulo César Basta e realizada em parceria com o
ILMD/Fiocruz Amazônia e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
(PUC-RJ).
Índice considerado altíssimo por
especialistas, é resultado direto da contaminação ambiental causada por
milhares de garimpos ilegais que exploram o solo à procura de ouro naquela
região, utilizando como base o mercúrio.
quinta-feira, 31 de março de 2016
ALERTA- Entenda os efeitos do uso da maconha no organismo humano
"Os efeitos do uso da maconha no organismo podem variar de acordo com as características do usuário, com seu estado de espírito, com o ambiente em que se dá o uso e também com as características da droga, dizem pesquisadores".
O grupo multidisciplinar
Maconhabras sob a supervisão do médico
Elisaldo Carlini, professor da Unifesp, reúne pesquisadores de várias
instituições interessados principalmente no uso medicinal da Cannabis sativa.
Maia conversou com o G1 sobre os efeitos fisiológicos e psicológicos da droga
que teve sua venda e cultivo regulamentados por lei aprovada no Uruguai. Veja,
abaixo, algumas das ações da maconha no organismo humano:
quarta-feira, 30 de março de 2016
Inpa desenvolve farinha de fígado de tambaqui com alto teor de ferro e maior absorção
"O resultado revela a importância da agregação de valor, buscando possibilitar o aproveitamento dos resíduos com alto valor nutricional."
As vísceras de peixe, que são
jogadas no lixo, podem servir como fonte de ferro para fortificar alimentos –
como biscoitos, sopas e pães - e combater a anemia, doença que atinge 40% da
população mundial. Estudo realizado no Instituto Nacional de Pesquisas da
Amazônia (Inpa/MCTI) demonstrou que uma farinha produzida a partir do fígado do
tambaqui (Colossoma macropomum) possui alta concentração de ferro e
biodisponibilidade, que é a capacidade de absorção pelo organismo.
Incrível! Sítio arqueológico de 3 mil anos é encontrado em Curuçá
“Os vestígios encontrados na região do salgado paraense, revelam que a região foi ocupada por seres humanos no período neolítico”.
Artefatos indígenas foram
encontrados em um sítio arqueológico no município de Curuçá, no nordeste
paraense, na manhã de ontem (29). Entre os objetos encontrados estão
raspadores, machadinhas e pedaços de cerâmicas, que indicam ser do Período
Neolítico. Este é o quarto sítio encontrado na região. Os outros remontam ao
mesmo período neolítico.
Pesquisador transforma microrganismo encontrado na água em ração para peixes, no Amazonas
"Produto pioneiro no mercado nacional reduzirá custos com a
aquisição de ração animal, além de gerar emprego e renda para a população do Amazonas".
Um estudo desenvolvido no
Amazonas pretende produzir alimentação animal a partir do cultivo intensivo de
microrganismos presentes na água, os zooplânctons. O nutriente é considerado
importante para a vida dos peixes por ser o primeiro alimento a ser consumido
pelas espécies.
A pesquisa faz parte do trabalho
intitulado ‘Projeto Zooplâncton: produção biotecnológica intensiva de
organismos aquáticos para a indústria de alimentação animal’ que conta com
recursos do governo do Estado por meio do Programa de Subvenção Econômica à
Inovação (Tecnova/AM) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas
(Fapeam).
Um estudo desenvolvido no
Amazonas pretende produzir alimentação animal a partir do cultivo intensivo de
microrganismos presentes na água, os zooplânctons. O nutriente é considerado
importante para a vida dos peixes por ser o primeiro alimento a ser consumido
pelas espécies.
A pesquisa faz parte do trabalho
intitulado ‘Projeto Zooplâncton: produção biotecnológica intensiva de
organismos aquáticos para a indústria de alimentação animal’ que conta com
recursos do governo do Estado por meio do Programa de Subvenção Econômica à
Inovação (Tecnova/AM) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas
(Fapeam).
segunda-feira, 28 de março de 2016
Conheça a Jeripoca, um peixe da Amazônia !!!
"Diz o ditado popular que a Jeripoca vai piar, não é verdade; Jeripoca é um peixe que é encontrado na Amazônia e outras partes do País".
Jurupoca, jeripoca ou jerepoca é o nome popular de um peixe
da família dos Pimelodídeos. É um peixe de couro, semelhante ao bagre, porém
maior, chegando a medir 60 cm de comprimento e pesar até 8 quilos. É
encontrado nas bacias dos rios Amazonas,
Araguaia-Tocantins e Prata.
sábado, 26 de março de 2016
Entenda os riscos de usar celular durante a viagem de avião
“Pela atual legislação brasileira, o uso do telefone celular é proibido em todas as fases do voo e também no pátio do aeroporto, no trajeto entre as salas de embarque/desembarque e a aeronave, sendo permitido a bordo do avião quando o mesmo está no solo, com as portas abertas e os motores desligados. Saiba por que”
Para se entender a proibição do
uso do celular a bordo, é preciso entender primeiro o que é um telefone
celular. Ele nada mais é do que um sofisticado aparelho de rádio, que recebe e
transmite ondas eletromagnéticas de e para antenas no solo, cada uma delas
capaz de receber e retransmitir sinais, com alcance limitado a uma determinada
área, denominada célula, daí o nome de telefone celular (em Portugal, chama-se
telemóvel).
Acadêmicos de engenharia do Amazonas participarão da competição “Baja Sae Brasil 2016”
“Os estudantes dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica e de Produção vão competir no evento que será realizado em São José dos Campos, São Paulo”
O carro possui uma estrutura
tubular em aço, quatro rodas, motor de 10HP e capacidade para abrigar um piloto
de até 1,90 metros de altura e 113,4 quilos de peso. O veículo foi desenvolvido
pelos acadêmicos dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica e de Produção da
Universidade do Estado do Amazonas (UEA) especialmente para a competição “Baja
Sae Brasil 2016”, que será realizada de 31 de março a 3 de abril, em São José
dos Campos (SP).
quinta-feira, 24 de março de 2016
MITOS E VERDADES SOBRE A TEMÍVEL SUCURI, A ANACONDA BRASILEIRA!!!
“Anaconda consegue devorar bois inteiros, sem grande esforço? Dizem que a sucuri esmaga o animal e depois o engole, deixando para fora da boca apenas os chifres!!! Isso é verdade?”
MITO 1 – A ANACONDA PODE ENGOLIR
UM BOI INTEIRO? A sucuri ou anaconda é uma cobra que mede até 9 m de
comprimento (há relatos de que pode chegar aos 11,5 m), e pesa até 250 kg,
sendo a cobra mais pesada do mundo.
quarta-feira, 23 de março de 2016
Pesquisa analisa a substituição do milho pelo farelo de cupuaçu na dieta de búfalos
"O alto custo do milho na alimentação animal no Amazonas levou o pesquisador, Ronaldo Francisco Lima, a estudar uma nova alternativa: a substituição do milho pelo farelo de cupuaçu".
A utilização do fruto típico da região amazônica na dieta de
bubalinos surgiu como uma forma de reduzir custos para alimentação animal. A
estimativa do pesquisador é que até em dezembro deste ano, já se tenha os
resultados sobre a viabilidade da substituição do milho pelo farelo de
cupuaçu.
Vitória Régia, a, maior planta do mundo !!!
“Curiosidade; Os indígenas extraem o sumo das raízes da Vitória Régia (uma tintura preta) e usam-no para pintar os seus cabelos. Suas sementes, comestíveis, servem como alimento para homens e aves"
Vitória- Regia foi inserida no livro Guinness dos
registros como "a maior planta na terra”. E recebeu essa denominação do
botânico inglês John Lindley, em homenagem à rainha Vitória, do Reino Unido, no século XIX, quando uma
expedição á Amazônia de que ele participava, levou sementes da planta para os
jardins do palácio da rainha. A vitória-régia também é conhecida como jaçanã,
irupé, uapé, aguapé e nampé entre os índios e os caboclos da região amazônica.
terça-feira, 22 de março de 2016
Carro feito por estudantes santarenos, com fibras da Amazônia, irá competir em SP !!!
“Evento será de 31 de março a 3 de abril, em São José dos
Campos (SP). Diferencial do projeto é o uso de fibras amazônicas, segundo
coordenação”.
A criação de um protótipo de veículo off-road (termo
utilizado para designar qualquer atividade esportiva ou automobilística que
possa ser realizada em locais não pavimentados e de difícil acesso) levará um
grupo de estudantes do curso interdisciplinar em Ciência e Tecnologia do
Instituto de Engenharia e Geociências (IEG) da Universidade Federal do Oeste do
Pará (UFOPA), em Santarém, a participar de uma competição nacional no período
de 31 de março a 3 de abril de 2016, na cidade de São José dos Campos, em São
Paulo.
“Evento será de 31 de março a 3 de abril, em São José dos Campos (SP). Diferencial do projeto é o uso de fibras amazônicas, segundo coordenação”.
A criação de um protótipo de veículo off-road (termo
utilizado para designar qualquer atividade esportiva ou automobilística que
possa ser realizada em locais não pavimentados e de difícil acesso) levará um
grupo de estudantes do curso interdisciplinar em Ciência e Tecnologia do
Instituto de Engenharia e Geociências (IEG) da Universidade Federal do Oeste do
Pará (UFOPA), em Santarém, a participar de uma competição nacional no período
de 31 de março a 3 de abril de 2016, na cidade de São José dos Campos, em São
Paulo.
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PROJETO PÉ-DE-PINCHA - TERRA SANTA/PA
Na magia da rain forest, como é conhecida além das fronteiras, a natureza de Terra Santa se revela no maior programa de preservação de que...






















