sábado, 9 de janeiro de 2016

BELÉM 400 ANOS

‘Quatro séculos de história em um contraste harmonioso, que reúne  arquitetura moderna e o charme e estilo da Belle Époque, auge da extração da borracha na Amazônia’.


O antigo e o moderno se harmonizam e revelam o
charme e malícia que retratam a Cidade Morena

O antigo e o ultramoderno se mesclam, fazendo uma fusão que resulta em uma personalidade mestiça, assim é o povo paraense.
Nesses espaços, os sabores e cheiros de uma culinária criada a partir dos produtos que a própria terra oferece, nos faz reviver, a cada passo nas ruas da Cidade Morena, uma variedade de sons, originados de riquíssimo ritmo folclórico caboclo, detalhando em versos, acordes e tons a cultura do povo paraense amazônida.
Para conhecer Belém, o visitante opta por um roteiro erudito, com espetáculos de dança e música num dos maiores e mais belos teatros do Brasil, o Teatro da Paz ou ainda visitar o moderno Hangar, local de arquitetura ultramoderno, que dá lugar a eventos nacionais e internacionais. E tem opção de assistir clássicos de futebol locais, como Remo e Paissandu; torneios e provas internacionais, basta se dirigir e conhecer as modernas instalações do Estádio Olímpico recém-inaugurado; nosso antigo "Mangueirão".
Para os adeptos do banho de chuva, esta terra abençoada é regada por uma chuva típica e peculiar que cai sempre às 15:00, "Você pode até falhar mas ela não", eis a certeza popular. Este fenômeno já trouxe à Belém Ufólogos, Geólogos e Geógrafos Americanos e Europeus para estudar esta particularidade da Cidade das Mangueiras, mas até então não chegaram a qualquer definição. Nem a ciência,  consegue explicar tanta magia.
A noite? Bem, a noite tudo acontece de bom!!! Belém dá boas vindas  para adeptos de todas as  tribos, para os descolados e deslocados. Sempre haverá lugar aberto e ao gosto de seus freqüentadores na noite paraense.
A rede hoteleira é sem dúvida alguma uma das melhores da América do Sul, com lugares e praças para happy hours bem frequentados e boites da moda.
Belém é um celeiro de excelentes lugares a serem frequentados. Segundo o Guia Frommer's Brazil, "Belém estoura a cada ano" e lhe pergunta se você vem antes ou depois de todo mundo vir? Então, aproveite e não perca a oportunidade de conhecer a Cidade Morena e fazer parte da festa de seus 400 anos.
A Revista Via Amazônia respalda o que a imprensa internacional divulga sobre Belém. Por essas e outras razões, sua visita é aguardada com muito carinho no Forte do Presépio, primeira construção de Belém,  com a paisagem preservada, também o Mangal das Garças é um atrativo recente e muito convidativo, local onde você tem contato com um grande viveiro de pássaros, um borboletário e o Farol de Belém, um mirante com 47 metros de altura bem no centro da cidade. Dentro de uma expansão de novos points, está a Estação das DOCAS, com três galpões e restaurantes que ficam às margens da Baía de Guajará. Restaurantes, bares, sorveterias, teatro, cinema e uma mini fábrica artesanal de cerveja. Isto é imperdível.
Para os amantes do turismo totalmente ecológico temos a maravilhosa Ilha de Marajó, que de tão abençoada pelo Criador, é banhada por águas doces e salgadas, dando oportunidade de surfar nas ondas da Pororoca. Depois de toda essa explanação de bons e maravilhosos motivos, você não pode deixar de conhecer Belém. Então Vem! O Portal da Amazônia te espera.

Uma arquitetura regionalíssima, que revela antigos e novos espaços de lazer e cultura, abre para o visitante as portas de uma Amazônia pitoresca, curiosa, grandiosa e exuberante, ao mesmo tempo moderníssima.

Patrimônio Histórico
e Artístico Nacional

"Centro comercial conhecido até fora dos limites nacionais, o Ver-O-Peso recebeu o título  de uma das Sete Maravilhas do Brasil".

 

Na área onde hoje funciona o Mercado Ver-o-Peso,  no século XVII os portugueses instalaram um posto de fiscalização e tributos dos gêneros trazidos para a sede das Capitanias. Este posto foi denominado Casa de Haver o Peso, que também tinha como atividade o controle do peso dos produtos comercializados. No início do século XIX, o igarapé Piri, que havia no local, foi aterrado, dando lugar a Doca do Ver-o-Peso.  Embora a cidade estivesse abalada pela revolta popular denominada Cabanagem (1835-1840), a Casa de Haver o Peso funcionou até meados do ano de 1839. Em outubro deste mesmo ano, a repartição foi extinta e a Casa foi arrendada e destinada à venda de peixe fresco. Foi no ano de 1847, com o término do contrato de arrendamento, a Casa de Haver o Peso foi  demolida e iniciada a construção dos Mercados de Peixe e de Carne, este último também conhecido como Mercado Municipal ou Mercado Bolonha, uma vez que sua edificação foi feita pelo engenheiro Francisco Bolonha.
 A construção do Mercado de Ferro, como inicialmente era conhecido o Mercado Ver-o-Peso, foi autorizada pela lei municipal nº 173, de 30 de dezembro de 1897 e sua edificação, com o projeto de Henrique La Rocque, teve início no ano de 1899. Toda a estrutura de ferro do Mercado foi trazida da Europa seguindo a tendência francesa de art nouveau da belle époque.
No século XX  a área onde está construído o Mercado Ver o Peso – Centro Histórico de Belém –Complexo do Ver-o-Peso, tomou o formato atual com seus mercados e praça. Essa área possui mais de 26 mil metros quadrados e é formada pelo Mercado de Ferro ou de Peixe, o Mercado Municipal de Carne, a Praça do Pescador, a Praça do Relógio, a Praça dos Velames, pelo Palacete de Bolonha, além de duas mil barracas e casas comerciais populares.
Em 1977, todo o conjunto arquitetônico e paisagístico do Ver-o-Peso foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).  Considerado um dos pontos turísticos da cidade de Belém, o Mercado Ver-o-Peso, em 2008 ganhou o título, em concurso, de uma das Sete Maravilhas.  O concurso foi promovido pelo HSBC e revista Caras, na internet, onde mais de meio milhão de pessoas votaram.

Por Roberto Santos Fotos Hely Pamplona e Alan Pantoja







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