sexta-feira, 23 de novembro de 2018

27º ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE TERRA SANTA NO PARÁ.


FALTA POUCO: 14, 15 E 16 DE DEZEMBRO. A MAIOR FESTA COUNTRY DO OESTE DO PARÁ, E UMA DAS MELHORES CORRIDAS DE CAVALOS PURO SANGUE DA AMAZÔNIA. 

O município Terra Santa, tem se destacado pela preparação do evento que a cada ano vem ganhando frequentadores em busca de emoção e aventura, nas competições com animais de qualidade e cowboys treinados. Tudo acontecerá no Parque de Exposição Manduca Bentes, considerado Top por experts em Rodeios e criadores que visitam o local. Uma diversidade de atrações, com: corrida de cavalo, prova de laço, cavalgada, concurso de comitivas, concurso da garota country, competições esportivas e muitas atrações musicais.

TERRA SANTA, TEM HISTÓRIA PARA CONTAR E MOTIVOS PARA COMEMORAR!
Terra Santa é um município de muitas heranças históricas e culturais, uma "Ponta Santa", que depois se transformou em “Terra Santa”, uma verdadeira princesa paraense, cheia de riquezas naturais e minerais.

Uma região que se desbravada pelos seus primeiros ocupantes, com o extrativismo, o cultivo de roças, algodão e a criação de gado. Legado que faz de Terra Santa, uma referência de prosperidade, oportunidades e progressos.

24 de dezembro - Por Roberto Santos

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

PROJETO PÉ-DE-PINCHA

O MAIOR PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO DE QUELÔNIOS NA AMAZÔNIA.
“Uma parceria com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Mineração Rio do Norte, vem garantindo a preservação de quelônios na Amazônia”


Criado em 1999 por comunitários da cidade de Terra Santa no Pará e pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas, este projeto atua em municípios no Estado do Amazonas e Pará. O nome do projeto refere-se as pegadas do Tracajá (Podocnemis unifilis), que na areia ficam no formato de "pinchas" (tampinhas de refrigerantes de garrafas de vidro).Tem como missão preservar e conservar as populações de quelônios da Amazônia, e junto realizar trabalhos sociais com as comunidades ribeirinhas. Uma importante ferramenta de conscientização e sustentabilidade nos rios da Amazônia.
Os ribeirinhos são envolvidos em todas as etapas do processo: desde a identificação das covas dos ovos, que são levados a um berçário onde ficam até eclodirem, até a soltura dos animais nos rios. A equipe da Mineração Rio do Norte, MRN, sempre empenhada, tem papel importante no processo de monitoramento dos ninhos, fundamental para a proteção contra predadores naturais e humanos. No início do projeto, foram doadas canoas, motores rabeta e combustível para as comunidades envolvidas. E ainda mantemos a doação de combustível para esse monitoramento.
No mês de outubro, foi feita a coleta dos ovos de quelônios. Mais de quarenta  acadêmicos de várias instituições UFAM, UNINORTE, ESBAM E FAMETRO estão engajados com as comunidades em fazer o manejo dos ovos em vários municípios onde o projeto Pé-de-Pincha faz pesquisa cientifica.
Em 15 anos promovendo o manejo racional e sustentável de quelônios pelas próprias comunidades em áreas abertas e não oficialmente protegidas, o Programa Pé-de-Pincha da Universidade Federal do Amazonas viabiliza o treinamento de agentes ambientais voluntários, a capacitação de professores da rede municipal e estadual de ensino, alunos e comunitários, por meio da Educação Ambiental.
Segundo os coordenadores professores Paulo Cesar Machado Andrade e Aldeniza Cardoso de Lima, com o patrocínio da Petrobras, os trabalhos já começaram a fazer o monitoramento dos quelônios que foram devolvidos a natureza desde 2014, no Médio Rio Amazonas, Madeira e Negro, nos municípios de Nhamundá, Barcelos, Itacoatiara, Parintins, Barreirinha, Maués, Manaus, Careiro Castanho, Borba, Canutama, Novo Airão e Carauari/AM, Terra Santa, Juruti, Faro e Oriximiná/PA, no sentido de estimular a conservação de quelônios através do manejo participativo.

Respeito a Natureza
De acordo com os coordenadores do programa “Pé-de-Pincha/UFAM”, 2.000 famílias, em 16 municípios sendo 4 no Estado do Para/PA e 12 no Estado do Amazonas/AM, em 170 comunidades recebem noções de Educação Ambiental e passaram a executar um programa de manejo sustentável da população de quelônios em suas áreas. Já foram devolvidos à natureza filhotes de tracajá (Podocnemis unifilis), tartaruga da Amazônia (P. expansa), iaçá ou pitiu (P. sextuberculata), irapuca ou calalumã (P. erytrocephala) e cabeçudo (Peltocephalus dumerilianus), totalizando mais de Dois Milhões e Quinhentos (2.500.000) filhotes de quelônios devolvidos à natureza durante esses 15 anos.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

O risco de migração dos pássaros da Amazônia nos centros urbanos

As aves da Amazônia são as que mais sofrem com o desmatamento.
O poder de destruição do homem desrespeita fronteiras e invade o habitat dos pássaros.


Os pássaros estáo sendo obrigados a sair do lugar onde Deus ordenou que fizessem morada..
A ganancia dos homens afugenta e mata até os pássaros !
Antes, o processo de migração era privilégio de algumas poucas espécies que  buscavam lugares apropriados para procriação. Hoje mostra uma realidade trágica, quando os ornamentos do céu, os  pássaros, são obrigados a sair da  floresta, expulsos pela ambição humana.
De acordo com pesquisas feitas por especialistas,  Muitas espécimes da Amazônia sofrem com isso. Caso dos papagaios, que são monogâmicos e muitas vezes sofrem em adotar novos parceiros nos locais onde são obrigados a se refugiar. isso quando encontram...


Sem alternativa, muitos acabam morrendo por sofrer solidão. Surge como causa mais evidente, o desmatamento, quase sempre seguido de queimadas  nas florestas. Seguindo instinto natural, os animais se transferem para  áreas urbanas, em busca de alimento. Um desequilibrio ecológico, imposto pelo homem moderno, que  desrespita até mesmo o habitat natural de muitos animais silvestres.
 A poeira do tempo, hoje misturada com a fumaça das queimadas e o cenário triste do desmatamento cantam canções tristes. Lembram décadas passadas, quando era muito comum ver as borboletas nos jardins em Belém. Havia uma diversidade grande de borboletas nas casas.... e hoje não se vê mais isso....

No caso das borboletas, o causador principal dessa uase extinção foi o fumace, borrifado nas ruas pra matar carapanã, consequentemente atingindo borboletas, que se afastam desses locais, ou ...morrem. A cidade hoje se ressente com a falta desse colorido natural poético.
A atitude irresponsável do homem atingiu limites extremos; um casal de beija-flor "Preto", considerado mestres em adaptação, foi obrigado a fazer seu ninho em um fio de alta tensão na área urbana da cidade grande. Bem-te-vis são vistos disputando espaços com gaviões, em poucos árvores frutíferas que ainda existem nos raros quintais de algumas cidades. Junto com eles, outros animais saem da floresta ou dela são obrigados a escapar, por que se tornaram o alvo principal da destruição; um contexto trágico mostra que Impulsionadas por fatores biológicos e ambientais, milhares de aves deixam anualmente suas áreas de reprodução e migram, percorrendo longas distancias para garantir a sobrevivência da espécie