terça-feira, 22 de março de 2016

Um olhar privilegiado pelo Paraíso Verde, Amazônia !!!

"As lentes mágicas do "mago" da fotografia Helly Pamplona, fazem um breve raio X pelo coração da grande Floresta. Confira"


JACARETINGA

O Jacaretinga (Caiman crocodilus) é encontrado na Amazônia. Quando pequenos se alimentam de insetos, sapos e outros animais menores. Na vida adulta mudam sua dieta, e passam a comer basicamente peixes. Possuem uma maneira preguiçosa de pescar: abrem a boca contra a correnteza e esperam um peixe "descuidado" cair goela abaixo.

GAVIÃO REAL

Com 2 metros de envergadura e garras do mesmo tamanho das de um urso-pardo a harpia, também conhecida como gavião-real, é considerada a ave de rapina mais poderosa do mundo. Mesmo com seu tamanho avantajado voa habilmente pelo dossel da floresta amazônica em busca de presas. Quando fecha suas garras pode exercer até 50 kg de força, esmagando ossos de preguiças, macacos e aves de médio porte. Apesar de ser relativamente comum na Amazônia brasileira, o desmatamento e o confronto com os seres humanos são ameaças constantes e vêm diminuindo a população da espécie.


SUCURI

A Sucuri (Eunectes murinus) pode chegar a 250 quilos e é a cobra mais pesada da Terra. Na Amazônia prefere ficar próxima a água, de onde espreita animais que se aproximam para matar a sede. Seu tamanho avantajado possibilita capturar presas enormes. Até a anta, o maior mamífero da América do Sul, pode fazer parte do seu cardápio.


ANTA

A Anta (Tapirus terrestris), o maior mamífero da América do Sul, era encontrada em todo Brasil, mas hoje está extinta na Caatinga. É uma excelente nadadora e mergulha imediatamente quando se sente ameaçada. Na Amazônia, visita saleiros naturais para conseguir os nutrientes que não obtém em sua dieta de folhas e frutos.

SURUCUCU


A Surucucu (Lachesis muta) é a cobra mais temida na Amazônia. Pode atingir 4,5 metros de comprimento e é a maior víbora das Américas. O padrão marrom amarelado cortado por diamantes negros é uma excelente camuflagem para essa cobra, que fica no chão da floresta onde há folhas secas iluminadas por pequenos fachos de luz douradas. Com o desmatamento, encontros com pessoas se tornam cada vez mais frequentes, levando à morte do animal. A surucucu é considerada espécie vulnerável segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

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