terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Risco de epidemia faz governo decretar “situação de emergência”, no Amazonas!!!

"Decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado e têm vigência de 180 dias. Foram notificados 34 casos suspeitos de zika vírus no Amazonas".



A proliferação de casos de dengue, chikungunya e zika vírus - doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti - fez o governo do Amazonas decretar situação de emergência no estado. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (Susam), ontem, segunda-feira (14).

De acordo com a Susam, o decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado e têm vigência de 180 dias. A medida é preventiva e segue as orientações do governo federal, para que sejam adotadas ações emergenciais para o combate ao Aedes aegypti.
"O Amazonas, pelo clima tropical, é normalmente considerado como área de risco potencial para proliferação do mosquito, por isso, as ações precisam ser intensificadas. Estamos com os casos sob controle, com índices dentro da normalidade, mas é preciso entender que há uma situação de anormalidade no país, com relação ao zika vírus, principalmente. Estamos reforçando com todas as prefeituras, para que elaborem planos de ação para o combate ao mosquito transmissor das três doenças", ressaltou o secretário estadual de Saúde, Pedro Elias de Souza, por meio de assessoria.

Casos
Segundo a secretaria, foram notificados 34 casos suspeitos de zika vírus no Amazonas. Dois já foram descartados por critério clínico e onze por critério laboratorial. Um caso de transmissão autóctone (infectado dentro do estado), foi confirmado. Restam, ainda, 20 casos suspeitos, sendo 6 gestantes. Todos são com ocorrência em Manaus.
Em 2015, em todo o Estado, foram registrados 7.191 casos de Dengue, de acordo com dados da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS).
Em relação à febre chikungunya, foram notificados 152 casos da doença no Amazonas neste ano, somente 12 confirmados, 75 descartados e 65 permanecem sob investigação. Dos 12 casos confirmados, cinco foram de transmissão autóctone e os sete restantes "importados" (o doente foi infectado fora do estado).
Do G1 AM

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